A criança e a gestante têm particularidades que precisam ser conhecidas para não colocá-las em situações de risco. O objetivo é chamar a atenção para o assunto e melhorar o padrão de segurança em nosso trânsito.

O corpo, quando em movimento, está exposto às forças físicas. Quando aceleramos ou desaceleramos nosso corpo tende a ficar parado ou a continuar o movimento (inércia de repouso, inércia de movimento).

Levando em conta a inércia a gestante, assim como qualquer condutor, deve sempre usar o cinto tipo três pontos, mantendo a faixa sub-abdominal tão baixa e ajustada quanto possível.

A faixa diagonal deve cruzar o meio do ombro passando entre as mamas. Nunca sobre o útero.

Quando a gestante for dirigir deverá fazê-lo obedecendo às regras básicas de saúde e segurança:

•  Qualquer desconforto ou situação de ação clínica poderá afetar o bom desempenho na direção veicular.

•  Tonturas, inchaço, inflamação, dor, ações da pressão arterial (subida ou queda), assim como o aumento do volume da barriga podem impedi-la temporariamente de dirigir.

 A distância entre a barriga e o volante deve ser no mínimo, 15 cm.

 As orientações do obstetra são muito importantes: Cuidado com as medicações ingeridas.

 Dirija enquanto estiver bem e pare se houver desconforto, mal estar.

 Evite longas distâncias, jejum, calor ou frio excessivo e estradas ruins.

Este texto faz parte da cartilha abaixo especificada e presta-se a esclarecer pontos fundamentais deste assunto criando a base de raciocínio e direcionando procedimentos para conclusões e atitudes corretas no trato destas questões.

Existem muitos modelos de automóveis e cadeirinhas, além das diferenças entre os usuários dos mesmos. Por isso, peculiaridades não são detalhadas.

Secretaria do Transportes Metropolitanos Governo do Estado de São Paulo
ABRAMET Rio de Janeiro: SBP, 2001
Adaptação: Grupo de Apoio à Maternidade e Paternidade