Gravidez não é doença, o casal pode ter relações sexuais. Mas entre o poder e o querer há uma boa distância. No caso, precisamos considerar dois quereres, e o querer do homem e da mulher nem sempre coincidem.

No início e no final da gravidez a mulher mal consegue dar conta de tantas mudanças. O homem teme perder a amante. Já no segundo trimestre ela se sente mais disposta e receptiva.

Os homens por sua vez ora se sentem bastante atraídos pela parceira grávida, ora ficam sexualmente inibidos e temem machucar o bebê. Mas é como se o homem não tivesse o direito de não querer. A mulher teme não ser mais atraente para ele.

Quando um quer e o outro não, ou nos momentos em que sexo não entra na pauta do casal, vale uma boa conversa ao pé do ouvido, para fortalecer a ternura e a parceria.

E nos momentos em que o erotismo comparece, o casal pode saborear as mudanças e as transformações do corpo. Uma pitada de humor é sempre bem vinda…