Até a década de 1970 ser mãe era um destino obrigatório para a mulher casada e não ter filhos, uma espécie de maldição.

A pilula anticoncepcional possibilitou uma liberdade sexual inédita, e a mulher passou a decidir quando NÃO queria engravidar.

Com o tempo começamos a perceber que escolher entre ser ou não ser mãe não era apenas um privilégio, mas um grande desafio. Afinal, colocar um filho no mundo é um compromisso “PARA SEMPRE”…

Hoje a mulher se pergunta para que ter filhos, quem é o parceiro ideal, quando, como, quantos filhos ter…As vezes a mulher quer e não quer ao mesmo tempo. E em relação à autonomia do querer precisamos considerar ainda, as mulheres que engravidam, sem querer engravidar, e aquelas que não conseguem engravidar, mesmo querendo muito.

Escrever o próprio roteiro, aumenta a responsabilidade e a expectativa de que TUDO dê certo. Mas o que é dar certo? A vida, por sorte, não é tão previsível assim.

Se o processo de decisão ficar muito difícil, vale uma boa conversa com um psicoterapeuta.